Sony Center no Potsdamer Platz
O cinema possui as telas no formato iMAX. Achei interessante que, para entrar no cinema, deve-se mostrar o bilhete apenas uma vez. Depois disso, tem-se o acesso a todas as salas. É provável que muita gente compre o ingresso para uma seção mais barata (2D) e vá para outra mais cara (3D), ou então compre para uma seção e vá em outras no término do filme, pois, como no transporte urbano, não há um controle rígido.
Não gostei do tempo de propagandas antes do filme. No cinemas brasileiros, normalmente há pouca propaganda, apenas alguns trailers. Aqui, tive um total de 30 minutos de propagandas, inclusive com pausa para venderem sorvete da Nestlé!
Acho isso demais! Normalmente vamos no cinema para relaxar, mas ser bombardeado com muita propaganda não é, na minha opinião, algo muito atrativo.
Cinema Cine Star, na Sony Center
Na sexta-feira, o Ricardo Amaral, nosso colega de Engenharia, veio para Berlim. Ele fez um semestre do curso em Porto, em Portugal. Nesse mês de julho, comprou um ticket de trem Europeu (Europass) e fez uma viagem louca pela Europa passando por vários países, dormindo nos trens, albergues e até na rua.
Fomos com ele, na sexta-feira, visitar os principais pontos turísticos de Berlim: Brandenburger Tor e Reichstag.
Ricardo, Lucas Teixeira e eu, no Brandenburger Tor
No sábado de manhã, fomos conhecer três prédios: catedral francesa (Französischer Dom), sala de concerto de Berlin (Konzerthaus Berlin) e a catedral alemã (Deutscher Dom). Os três prédios formam um conjunto com a mesmo tipo de arquitetura. Na frente deles, há uma praça com um chafariz.
Espiamos dentro da Konzerthaus. Eles passam na TV (Deusche Welle) os concertos que ocorrem ali. Acho até que até já vi algum.
No domo da Deuscher Dom, há um museu sobre a política e a história alemã, nos últimos 200 anos. Ficamos lá até às 14h.
Eu, Ricardo e Lucas Teixeira, na frente da Konzerthaus. No fundo, a Deutscher Dom.
Espiada dentro da Konzerthaus Berlin
Ricardo e eu, na frente da Konzerthaus Berlin
Às 14h, após buscar um Döner na Alexander Platz, fomos de tram até o memorial Berlin-Hohenschönhausen, que é uma prisão dos tempos da Alemanha comunista (DDR).
No tour guiado em inglês, visitamos inicialmente a parte antiga, utilizada depois da segunda guerra mundial. Nessas celas, inicialmente membros do partido nazista foram presos. Depois, também começou a ser utilizada pela União Soviética para prender opositores ao regime comunista. De acordo com testemunhas, os presos passavam por torturas, fome e falta de higiene. Nessa fase, cerca de 1/3 das pessoas presas morriam.
Parte antiga da prisão
Fomos depois na parte mais recente da prisão. Essa parte foi utilizada somente durante o regime comunista da DDR. Eram presas, principalmente, pessoas que falavam abertamente mal do governo e que tentaram ou tinham intenção clara de fugir do país. Normalmente, eram soltas após confessarem o "crime".
Nessa parte da prisão, as pessoas ficavam em quartos duplos, as condições de higiene eram muito melhores e não passavam fome. Entretanto, ficavam durante metade do dia no quarto e a outra metade sendo interrogadas. Assim, nunca encontravam seu colega de quarto, e não podiam conversar com ninguém, nem com os guardas. Dessa forma, eram submetidas por isolamento, o que gerava problemas psiquiátricos em muitas delas.
Sala de interrogatório da prisão
Frente da prisão
Depois do memorial Berlin-Hohenschönhausen, fomos para a Sony Center, para descontrair. Visitamos a loja da Sony, onde podíamos brincar com PlayStation 3 e ver filmezinhos em 3D. Aproveitei e tirei uma foto com o homem-aranha.
Na loja Sony Style da Sony Center
Pelas 19h, fomos nos despedir do Ricardo na Hauptbahnhof. Lá ele pegou um trem para Paris, para depois voltar para Portugal.
Ricardo indo para Paris
Às 20h, o Lucas Teixeira e eu conseguimos um horário para ir na cúpula do Reichstag. Para entrar lá, parece um aeroporto. Precisamos passar por detector de metais, e nossos pertences por raio X, para evitar metais ou algo perigoso. O elevador para subir até a cúpula é bem interessante. Cabe 48 pessoas. Alguém enxerga onde estamos?
No elevador do Reichstag
Subimos pela cúpula na rampa helicoidal, enquanto o guia de áudio (em português de Portugal) explicava automaticamente sobre os prédios à nossa frente. O monumento apresenta espelhos que refletem a luz solar para dentro do parlamento alemão, para reduzir o consumo de eletricidade. No topo da cúpula, tirei uma foto. Bem abaixo do vidro, pode-se ver as cadeiras do parlamento alemão.
Na cúpula do Reichstag: abaixo está o Parlamento alemão.

hahahaha..aproveita que o homem aranha é de gesso..kkkkkkkkkkkk.
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